6 de maio de 2011

MÃE


MNunca te esqueço os dedos de veludo,
Mães

Deus fez a primeira mãe...
Só de amor ela foi feita
Quis fazer o homem igual
Não mais achou a receita.
Quando me carregavas no re
Mãe
Toda mãe por si conserva
Em traços de amor e luz
A humildade de Maria
É a grandeza de Jesus.
gaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
ãe
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
 

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
 
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
 
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
 
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássa
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temo
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
 
s nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.
Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.


ro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.

Mãe

Nunca te esqueço os dedos de veludo,
Quando me carregavas no regaço...
Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.

Cai da imensidão do Espaço,
Qual pássaro da noite triste e mudo.
Cresci...Estás em tudo quanto faço...
No entanto, abandonei o lar, o estudo,
Até que do prazer me desiludo
Arrasado de tédio e de cansaço.
Onde a estrela sublime do Universo,
Em que sintas a dor que há no meu verso?
Vem a mim, alma linda!...Vence a bruma!...
Quanto amor temos nós no mundo inquieto,
Desde a ligeira estima ao grande afeto,
Mãe, porém, ante Deus, só se tem uma.

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